sexta-feira, 17 de junho de 2011

Obras para Copa estão no prazo , diz presidente de comitê em Minas

As principais avenidas e vias de acessos de Belo Horizonte passam ou vão passar por reestruturações para melhorar a mobilidade urbana na capital mineira durante a Copa 2014.  Das oito intervenções previstas na capital, duas estão em andamento.

Começaram a ser feitas a ampliação do Boulevard Arrudas até a Avenida Barbacena, na Região Centro-Sul; e a construção do BRT, sigla em inglês para Transporte Rápido por Ônibus, nas avenidas Antônio Carlos e Pedro I, que cortam as regiões da Pampulha e Venda Nova. Para a execução das oito obras, está previsto um custo de R$ 1,5 bilhão.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Olimpíada é chance para Rio melhorar vida da população

O Comitê Olímpico Internacional foi só elogios à preparação do Rio de Janeiro para a Olimpíada de 2016, ao encerrar nesta quinta-feira a segunda visita de inspeção à cidade, mas destacou que as autoridades precisam aproveitar as oportunidades apresentadas pelos Jogos para melhorar a vida da população.
 
Novas linhas de transporte ligando regiões distantes, revitalização da empobrecida região portuária e a construção de moradias para pessoas que serão despejadas de suas residências pelas obras olímpicas estão entre os projetos da cidade para as Olimpíadas
'Todos os desenvolvimentos não são exatamente uma necessidade para os Jogos, mas esta é uma oportunidade para a cidade fazer isso agora, porque se perderem a oportunidade talvez ficará difícil'.
'É um desafio para a cidade garantir que todas as oportunidades sejam alinhadas com os Jogos, e para nós é garantir que tudo esteja pronto'

A cinco anos dos Jogos, o Rio já apresentou como definitivos os locais de competição das 28 modalidades olímpicas. O golfe, que era a única pendência, será realizado em um campo a ser construído no terreno em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, onde também ficará a Vila Olímpica e a maior parte das arenas esportivas.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Prefeitura de SP mapeia áreas subutilizadas para serem ocupadas

Além da Nova Luz, a Prefeitura de São Paulo trabalha para desenvolver propostas de revitalização e ocupação de três regiões consideradas “subutilizadas” para conter o espraiamento da zona metropolitana e reduzir os deslocamentos casa-trabalho.
Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano de São Paulo, Miguel Bucalem, o objetivo é aproximar a capital paulista do conceito de “cidade compacta”, ou seja, a concepção de promover mais qualidade de vida aos cidadãos por meio de zonas integradas com serviços, empregos, oferta de transporte público e acessível financeiramente a todas as classes sociais para moradia. Ele apresentou as informações durante seminário na C40, conferência que reúne representantes de cidades de todo o mundo em São Paulo.

Secretário municipal de Desenvolvimento Urbano de São Paulo, Miguel Bucalem (centro) (Foto: Maria Angélica Oliveira)
As regiões mapeadas pela prefeitura são chamadas de “operações urbanas”: Lapa/Brás, Mooca/Vila Carioca e Rio Verde/Jacu. As duas primeiras são no entorno da orla ferroviária, área da cidade que se desenvolveu industrialmente e, segundo a prefeitura, têm oportunidades de ocupação ligadas a comércio, serviços e moradia.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

MP considera ilegal construção de túnel na Zona Sul de SP

MP considera ilegal construção de túnel na Zona Sul de SP O Ministério Público de São Paulo considera ilegal a construção de um túnel de 2,4 quilómetros entre a Avenida Jornalista Roberto Mrainho e a Rodovia dos Imigrantes e pretende ir à Justiça para parar o obra de R4 3,7 bilhôes.A manifestação feita ontem pelo promotoor de Habitação Maurício Antônio Ribeiro Lopes , em audiência pública na Câmera , esse foi um dos projetos dos principais projetos do governo Gilberto Kassab.
Para o Ministério Público , com esse projeto , prevê remover 10 mil famílias das margens Córrego Água Espraiada , o governo não atualiza o impacto da obra , que levou em consideração um túnel de 3,7 de extensão, não os 2,4 km atuais. " 79% do traçado está fora do perímetro da Operção Urbana Água Espraiada.E investir verba vultosaem projeto que privilegia trasporte indivisual é uma acão feita ao Plano Diretor",disse Lopes.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Conjunto de favelas da Providência vai ganhar grande projeto de urbanização

Prefeitura lança projeto de urbanização de favelas do Rio

 A prefeitura lançou nesta terça-feira (27) o projeto Morar Carioca, que pretende urbanizar todas as favelas cariocas em até dez anos. No entanto, moradores de comunidades que foram beneficiadas por outro projeto de urbanização, o Favela Bairro, se queixam de falta de manutenção em algumas áreas.
O Favela Bairro II melhorou a qualidade de vida de muitos moradores do Morro dos Cabritos, na Zona Sul do Rio. O projeto, que começou no ano 2000, pavimentou ruas e construiu cinco mil metros de redes de água e esgoto.
Mas, segundo moradores, muitas obras não foram concluídas e grande parte da comunidade ficou sem receber melhorias.
Um novo projeto da prefeitura promete urbanizar todas as favelas do Rio até 2020. O primeiro passo foi fazer um novo mapeamento das favelas. Pela nova metodologia o número de comunidades catalogadas cai de 1020 para 625, sendo 481 favelas e 144 complexos.
O custo total do projeto é de quase R$ 8 bilhões. Até 2012, durante a primeira fase, R$ 2 bilhões já estão garantidos, para beneficiar 141 mil domicílios.
Além das obras de urbanização, o projeto vai criar uma legislação urbanística para construções, e vai mapear o inÍcio e o fim das favelas para proibir que novas casas sejam erguidas fora dos limites estabelecidos. Serão removidas 122 favelas que estão em áreas de risco. Serão reassentadas 13 mil famílias.
Os projetos de urbanização das comunidades com mais de 100 moradias serão realizadas pelo o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) .

Urbanização de favelas

NO PROJETO de urbanização do conjunto de favelas por nós elaborado para o Programa Guarapiranga, a postura assumida, considerada como responsabilidade fundamental do arquiteto, foi a de trabalhar com os moradores desde a concepção, fazendo com que participassem da formulação dos seus próprios espaços públicos e familiares, assimilando o conteúdo dos problemas a enfrentar e discutindo as alternativas para uma possível solução.
Dessa forma, a necessidade de transferência dos assentados em áreas de risco para outros locais da favela, o alargamento ou abertura de vielas, com impacto em várias habitações - para possibilitar acessos adequados a todos - e a proposta de criação de espaços de convivência coletiva, foram assimilados pela comunidade em um processo de discussão pelo qual se objetivava a consolidação de incipientes princípios de organização, habilitando a comunidade a participar da construção dos espaços criados e, posteriormente, de sua gestão. Autogestão, portanto.

O corte das verbas (previstas) necessárias à condução desse processo interrompeu sua continuidade, frustrando uma experiência rica e promissora que visava, também, a resgatar o repertório cultural de cada grupo (usos, costumes, culinária etc.) como parte importante no reconhecimento de sua identidade